Vulcão na Islândia entra em erupção
Uma poderosa erupção vulcânica na Islândia lançou grandes nuvens de cinzas, que estão causando problemas no espaço aéreo do norte da Europa na quinta-feira, 15. Vôos de toda a Europa foram cancelados. Produzindo um prejuízo de cerca de 1,7 milhões de euros ao turismo europeu. Apenas na Irlanda, cerca de 60 mil pessoas podem ser afetadas, previu a Autoridade Aeroportuária de Dublin. Na Islândia, onde ironicamente os aeroportos permanecem abertos graças a ventos favoráveis, as perturbações deverão continuar durante vários meses.
A segunda erupção vulcânica da Islândia em menos de um mês ocorre sob a geleira Eyjafjallajokull, no sul do país, desde a quarta-feira. Cerca de 800 pessoas que viviam perto da geleira, 150 km a leste de Reykjavik, onde fica o vulcão, foram retiradas do local na quinta-feira à noite devido ao risco da chegada de uma onda provocada pelas inundações após o derretimento da geleira.
Até agora, não foram registradas vítimas. Os geólogos, além de vigiar as nuvens de cinza e as inundações, observam com atenção a atividade vulcânica na região.
A erupção no mês passado de um outro vulcão, o Fimmvorduhals, situado perto da geleira, a primeira na região desde 1823 e a primeira na Islândia desde 2004, terminou na terça-feira, antes da nova erupção.
Os especialistas advertem que as erupções na geleira tendem a despertar o Katla, um vulcão maior e mais agressivo localizado a alguns quilômetros dali, sem atividade detectada desde 1918.
Apesar de ainda não ter sido detectado nenhum sinal de atividade no Katla, suas erupções ocorrem em média um ou dois anos depois das de Eyjafjallajokull.
A atividade vulcânica, segundo cientistas, entrou em fase menos dramática e passou a produzir menos cinza. Mas desde a semana passada, as atividades em diversos aeroportos europeus tiveram que ser suspensas por causa da nuvem de cinzas.
Uma poderosa erupção vulcânica na Islândia lançou grandes nuvens de cinzas, que estão causando problemas no espaço aéreo do norte da Europa na quinta-feira, 15. Vôos de toda a Europa foram cancelados. Produzindo um prejuízo de cerca de 1,7 milhões de euros ao turismo europeu. Apenas na Irlanda, cerca de 60 mil pessoas podem ser afetadas, previu a Autoridade Aeroportuária de Dublin. Na Islândia, onde ironicamente os aeroportos permanecem abertos graças a ventos favoráveis, as perturbações deverão continuar durante vários meses.
A segunda erupção vulcânica da Islândia em menos de um mês ocorre sob a geleira Eyjafjallajokull, no sul do país, desde a quarta-feira. Cerca de 800 pessoas que viviam perto da geleira, 150 km a leste de Reykjavik, onde fica o vulcão, foram retiradas do local na quinta-feira à noite devido ao risco da chegada de uma onda provocada pelas inundações após o derretimento da geleira.
Até agora, não foram registradas vítimas. Os geólogos, além de vigiar as nuvens de cinza e as inundações, observam com atenção a atividade vulcânica na região.
A erupção no mês passado de um outro vulcão, o Fimmvorduhals, situado perto da geleira, a primeira na região desde 1823 e a primeira na Islândia desde 2004, terminou na terça-feira, antes da nova erupção.
Os especialistas advertem que as erupções na geleira tendem a despertar o Katla, um vulcão maior e mais agressivo localizado a alguns quilômetros dali, sem atividade detectada desde 1918.
Apesar de ainda não ter sido detectado nenhum sinal de atividade no Katla, suas erupções ocorrem em média um ou dois anos depois das de Eyjafjallajokull.
A atividade vulcânica, segundo cientistas, entrou em fase menos dramática e passou a produzir menos cinza. Mas desde a semana passada, as atividades em diversos aeroportos europeus tiveram que ser suspensas por causa da nuvem de cinzas.

